Diretor do FMI é detido nos EUA
16/05/2011 08:09
Dominique Strauss-Kahn já estava em um avião prestes a decolar para Paris, quando foi detido
Nova York O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), o francês Dominique Strauss-Kahn, foi detido no fim de semana, em Nova York, acusado de ter atacado uma funcionária de um hotel. Ele nega todas as acusações.
Anne Sinclair, mulher de Strauss-Kahn, afirmou não acreditar "nem um só segundo" nas acusações feitas contra seu marido. Em nota, ela disse ter certeza de que "sua inocência será confirmada" e pediu "decência e discrição" sobre o assunto.
O político francês, considerado como o candidato com mais possibilidades de vencer as próximas eleições de seu país, foi detido por agentes da Autoridade Portuária de Nova York e entregue a detetives de Polícia de Manhattan quando estava na primeira classe de um avião prestes a decolar rumo a Paris.
Strauss-Kahn, de 62 anos, foi levado à Unidade de Vítimas Especiais de Manhattan onde foi interrogado, segundo o porta-voz da Polícia de Nova York, Paul Browne. As acusações incluem "agressão sexual, retenção ilegal e tentativa de estupro de uma camareira de 32 anos em um quarto de hotel de Nova York". Segundo Browne, a mulher disse que, quando entrou no quarto de Strauss-Kahn, ele estava nu, avançou sobre ela e tentou obrigá-la a fazer sexo oral. Ela conseguiu fugir.
Quando os agentes chegaram ao hotel, Strauss-Kahn já tinha saído, de maneira aparentemente precipitada, pois deixou no quarto alguns objetos pessoais, entre eles seu telefone celular.
Strauss-Kahn estava prestes a renunciar a seu posto no FMI para poder concorrer às eleições presidenciais francesas do próximo ano.
O conselho de administração do Fundo Monetário Internacional (FMI) reuniu-se ontem informalmente para avaliar a situação. "De acordo com os procedimentos normais do FMI, o diretor-geral adjunto, John Lipsky, vai assumir o cargo de diretor-geral interino quando o diretor-geral não estiver em Washington", informou o FMI em nota.
Para sua defesa no caso, Strauss-Kahn contratou o advogado Benjamin Brafman, famoso por ajudar celebridades. Brafman representou o rei do pop, Michael Jackson, em um caso de abuso sexual de menores, em 2004, e é conhecido pelas causas ganhas nos tribunais e por negociar acordos bons para seus clientes.
Nova York O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), o francês Dominique Strauss-Kahn, foi detido no fim de semana, em Nova York, acusado de ter atacado uma funcionária de um hotel. Ele nega todas as acusações.
Anne Sinclair, mulher de Strauss-Kahn, afirmou não acreditar "nem um só segundo" nas acusações feitas contra seu marido. Em nota, ela disse ter certeza de que "sua inocência será confirmada" e pediu "decência e discrição" sobre o assunto.
O político francês, considerado como o candidato com mais possibilidades de vencer as próximas eleições de seu país, foi detido por agentes da Autoridade Portuária de Nova York e entregue a detetives de Polícia de Manhattan quando estava na primeira classe de um avião prestes a decolar rumo a Paris.
Strauss-Kahn, de 62 anos, foi levado à Unidade de Vítimas Especiais de Manhattan onde foi interrogado, segundo o porta-voz da Polícia de Nova York, Paul Browne. As acusações incluem "agressão sexual, retenção ilegal e tentativa de estupro de uma camareira de 32 anos em um quarto de hotel de Nova York". Segundo Browne, a mulher disse que, quando entrou no quarto de Strauss-Kahn, ele estava nu, avançou sobre ela e tentou obrigá-la a fazer sexo oral. Ela conseguiu fugir.
Quando os agentes chegaram ao hotel, Strauss-Kahn já tinha saído, de maneira aparentemente precipitada, pois deixou no quarto alguns objetos pessoais, entre eles seu telefone celular.
Strauss-Kahn estava prestes a renunciar a seu posto no FMI para poder concorrer às eleições presidenciais francesas do próximo ano.
O conselho de administração do Fundo Monetário Internacional (FMI) reuniu-se ontem informalmente para avaliar a situação. "De acordo com os procedimentos normais do FMI, o diretor-geral adjunto, John Lipsky, vai assumir o cargo de diretor-geral interino quando o diretor-geral não estiver em Washington", informou o FMI em nota.
Para sua defesa no caso, Strauss-Kahn contratou o advogado Benjamin Brafman, famoso por ajudar celebridades. Brafman representou o rei do pop, Michael Jackson, em um caso de abuso sexual de menores, em 2004, e é conhecido pelas causas ganhas nos tribunais e por negociar acordos bons para seus clientes.